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Epopéia de luzPaulo Alves Godoy O Messias, sobrepondo-se aos interesses inconfessáveis de um baixo nível do farisaísmo de sua época, fez com que o domínio das trevas tivesse um período de inépcia, pelo menos nas terras de Israel. A luz emanada do seu messianato, ofuscou o brilho do Templo de Salomão, fazendo com que o domínio dos fariseus sobre o povo ignaro, sofresse uma limitação. Entretanto, quando o Cristo partiu, o medo foi superior ao determinismo dos Apóstolos, no sentido de não deixar esmorecer a tarefa encetada. Foi necessário surgir o Pentecostes para que a chama viva da doutrina ressurgisse nas mentes dos devotados apóstolos do Mestre. A Paulo, contudo, coube a grande e principal missão de fazer restaurar as primícias dos Evangelhos. Foi nos ombros desse abnegado e valoroso discípulo da doutrina cristã que repousou a grave responsabilidade de restaurar a missão do Nazareno, regar com o suor do seu próprio esforço, a terra onde o Senhor havia depositado a semente generosa. Assim, podemos classificar de epopéia de luz, aqueles anos no qual o grande apóstolo dos gentios, desempenhou a imorredoura jornada pela redenção dos homens, seqüência lógica da missão do Cristo. A luz do entendimento, sustentáculo principal do Cristianismo, não foi em, vão suscitado entre os homens. A sua finalidade é de fazer desabrochar e permanecer entre os habitantes deste planeta, como eterno pomo de consolação e de misericórdia. A humanidade não nasceu para sofrer mas sim para amar, o sofrimento não é uma causa, mas sim, um efeito derivante da causa. (Jornal Mundo Espírita de Junho de 1998) |
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